
“Esta terapêutica trata e previne a saúde física, mental e emocional através da utilização de plantas.“
Terapias Não Convencionais Tipificadas na Lei Portuguesa, Lei n.o 71/2013.
Actualmente conhecida por fitoterapia, esta prática baseia-se no uso criterioso de plantas medicinais, valorizadas pelas suas propriedades terapêuticas. A sua eficácia deve-se à presença de compostos bioactivos, cuja acção sobre os sistemas fisiológicos humanos tem sido confirmada tanto por uma longa tradição de observação empírica como por estudos laboratoriais rigorosos e actuais. O herbalismo, assim entendido, constitui uma síntese harmoniosa entre o saber ancestral e a ciência moderna, promovendo uma utilização segura, eficaz e consciente dos recursos naturais ao serviço do bem-estar integral.
INCIDÊNCIA TERAPÊUTICA comprovada em campos científicos:
Plano Físico: Coadjuvante na regulação dos principais sistemas fisiológicos do organismo (sistema nervoso, imunitário, endócrino, cardiovascular, gastrointestinal, hepático, renal e tegumentar).
A actuação dá-se através das propriedades químicas que contribuem para a regulação funcional, a recuperação orgânica e a manutenção da homeostasia corporal.
Plano Emocional: Suporte em situações de instabilidade emocional, hipersensibilidade afectiva, bloqueios emocionais, estados de tristeza profunda, desânimo, raiva reprimida, luto não resolvido ou sentimentos de inadequação.
A actuação dá-se por meio de plantas com propriedades harmonizadoras do eixo psico-emocional, com efeitos moduladores sobre os centros neuro-vegetativos e na resposta afectiva.
Plano Mental: Apoio a estados como apatia, ansiedade, perturbações do humor, irritabilidade, dependências (comportamentais ou químicas), nervosismo, crises de pânico e situações de stresse agudo ou crónico.
A actuação dá-se por via dos princípios-activos com propriedades estabilizadoras e reguladoras do sistema nervoso, favorecendo a clareza mental, a resiliência e a função psico-emocional equilibrada.
Aprenda a utilizar as PLANTAS com sabedoria e descubra mais sobre as suas qualidades nas ACTIVIDADES direcionados a sua instrução, ou num ATENDIMENTO profissional.
O.M.S.
A Organização Mundial de Saúde em 1970 determinou a importância das medicinas alternativas para a promoção da saúde e em 2002 organizou o grupo das Medicinas Alternativas. (1)
(1) Organização Mundial de Saúde, 2001.
As Plantas Terapêuticas estão entre os principais recursos terapêuticos integrados na Medicina Alternativa Complementar (MAC) e na Medicina Tradicional (MT) (1).
(1) Organização Mundial de Saúde, 2001.
Inclui plantas “inteiras”, material de plantas., preparados vegetais, e produtos finais herbáceos que contêm como ingredientes activos, partes das plantas” não princípios activos isolados”, materiais de plantas ou outros derivados (2).
(2) Estratégia de OMS sobre medicina tradicional – 2002-2005.
Dados da OMS mostram que cerca de 80% da população mundial fez o uso de algum tipo de erva na busca de alívio de alguma sintomatologia dolorosa ou desagradável. Desse total, pelo menos 30% deu-se por indicação médica (3).
(2) Organização Mundial de Saúde. Política nacional de medicamentos fitoterápicos tradicionais e reguladores. Relatório de uma pesquisa global. Génova: Organização Mundial da Saúde; 2005.
Esta terapêutica trata e previne a ausência de saúde física, mental e emocional através da utilização de plantas” (4).
(4) Terapias Não Convencionais Tipificadas na Lei Portuguesa, Lei n.o 71/2013.
Evite a auto-medicação.
Referências a título informativo.
Nunca substituir ou interromper um tratamento médico sem acordo do mesmo.
Aconselha-se com um profissional para a correcta utilização das plantas com propriedades terapêuticas.
Ortografia conforme o antigo Acordo Ortográfico da língua portuguesa.
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